quarta-feira, 30 de maio de 2012



Instituições Bancárias


Os bancos são instituições privadas ou públicas que fornecem serviços financeiros à sociedade.
As atividades exercidas por essas instituições são essenciais à manutenção das atividades comerciais, já que, além de oferecer serviços financeiros, facilitam transações de pagamento e oferecem crédito pessoal, ajudando no desenvolvimento do comércio nacional e internacional.
O dinheiro captado por estas instituições através dos depósitos executados por seus clientes (pessoas físicas, empresas, indústrias e/ou governo) é utilizado pelos bancos para conceder empréstimos a outros clientes, mediante o pagamento de juros. O resultado dessas operações é a constante circulação do dinheiro.
Os bancos conseguem obter lucros, através dos juros e das taxas cobradas pelas transações efetuadas. Exemplos: Taxa de manutenção de conta, juros de empréstimos, taxas de DOC e etc.

Definição



Instituição cuja atividade consiste na realização de operações financeiras e na prestação de serviços financeiros, dos quais, os mais comuns são a concessão de crédito e o recebimento de depósitos dos clientes, que remunera.

História



Na medida em que ocorreu o surgimento da moeda no período das grandes civilizações, começaram a surgir pessoas que ofereciam serviços bancários, porém esses serviços eram bastante pequenos e restritos, sendo inclusive, vistos de forma ruim pela sociedade da época.


Com o florescimento do comércio no fim da Idade Média, a função de banqueiro se tornou algo muito presente na Europa, fazendo com que sua função passasse a se transformar em um trabalho formal e imprescindível para a sociedade. Nas feiras da Europa Central, quando as pessoas chegavam com valores em ouro para trocar com outro produto, era o banqueiro que fazia a pesagem de moedas, avaliação da autenticidade e qualidade dos metais, em troca de uma comissão.


Com o passar do tempo, os banqueiros passaram a conceder adiantamentos e a aceitar depósitos monetários, e em troca o banco emitia um certificado. Posteriormente com a criação do papel-moeda, a vida dos banqueiros se tornou bem mais fácil. Hoje em dia os bancos são organizações altamente lucrativas, e com o avanço da tecnologia, os bancos passaram a possuir sistemas de informações bancárias de altíssima qualidade, caracterizando uma das faces da globalização.


Existem relatos de sistemas financeiros desde a antiguidade, onde os povos fenícios já utilizavam várias formas diferentes de realizar pagamentos, como documentos de créditos.


Mas, foi no século XVII que os bancos se firmaram, com o lançamento do dinheiro de papel (papel-moeda) pelo Banco de Estocolmo.Nesta época, vários países europeus começaram a produzir sua própria moeda.


Outros tipos de bancos surgiram a partir do século XIX, quando o progresso econômico, provocado pela Revolução Industrial, ajudou na criação do banco industrial, cuja função era de mobilizar valores autos (grandes somas) de dinheiro para auxiliar o desenvolvimento industrial.


Hoje, os bancos são regulados pelo Banco Central de cada país, o Banco Central possui a função de emitir dinheiro, capturar recursos financeiros e regularem os bancos comerciais e industriais. Assim, eles estabelecem regras e controlam o sistema financeiro geral de cada país.


Além disso, hoje já existem os chamados – bancos internacionais – que concedem empréstimos a bancos centrais de países necessitados e ajudam no desenvolvimento de vários países (Bird - Banco Interamericano de Reconstrução e Desenvolvimento).


ADVFN, 2008.  Disponível em: http://wiki.advfn.com/pt/Institui%C3%A7%C3%B5es_banc%C3%A1rias  Acesso em: 16/04/2012.

terça-feira, 29 de maio de 2012


CONSULTORIA  - Soluções Empresariais

Prezados alunos e leitores do Blog

O professor também faz Consultoria Empresarial nas mais diversas áreas da Administração.

Estrutura; Custos; Rentabilidade; Organização Empresarial Geral ou por Setores; Planos para Missão e Visão Empresarial; Produtos e Mercados; Vendas; Fabricação e Operação; Finanças; Recursos Humanos; Sistemas e Métodos; Atitude Empresarial; Coaching; Fluxogramas, etc.

Elaboração de Diagnóstico Empresarial que serve como base para a realização e concretização de uma nova situação empresarial, com atitudes mais adequadas, dentro de um novo Plano Estratégico.

Planos de Negócios para abertura de empresas,  abertura de novas filiais, lançamentos de produtos ou serviços e aquisições. Viabilidade de negócio e fatores de risco.

Treinamentos em equipes para sinergizar a organização, motivando os mais diferentes departamentos a trabalharem dentro de um perfil sistêmico, transformando as informações em Conhecimento Empresarial.

Palestra Empresarial Motivacional.

Rentabilidade garantida no mercado, tem sido a satisfação de muitas empresas que já se utilizaram de minha consultoria.
 

Prof°. Ms. Marco Antonio Bottene - Na Expogestão/Joinville-SC -2012
 

Para quaisquer informações ou consultas, agende uma entrevista através do email:


Atenciosamente;

Prof°. ADM. Ms.Marco Antonio Bottene
CRA/SC 14.399


segunda-feira, 28 de maio de 2012



A importância de um Plano de Negócio para as empresas.

O Plano de Negócio é um instrumento de que dispõem empreendedores, empresários e instituições para planejar um empreendimento e prever situações de risco. Trata-se de um conjunto de informações elaboradas de forma organizada em que são vislumbrados os aspectos mais importantes de um empreendimento.
No Brasil, o Plano de Negócio tem sido cada vez mais utilizado, tornando-se um instrumento indispensável para a criação e o planejamento de negócios. Veja por quê:
·    Ele é, antes de tudo, o processo de validação de uma ideia. Através dele o empreendedor terá elementos para decidir se deve ou não abrir a empresa ou iniciar um novo projeto.
·    É um instrumento de diminuição de riscos. Ao fazer o Plano de Negócio, o empreendedor estuda a viabilidade do seu negócio sob todos os aspectos, cria ações preventivas contra possíveis ameaças e desafios, conhece a fundo o mercado e a clientela, evita esforços desnecessários, investimentos improdutivos, gastos sem sentido.
·      É um mecanismo de que dispõe o empreendedor para refletir sobre si mesmo e sobre o negócio: vale a pena? É o que sonhei? Depois de feito, o Plano de Negócio indica novos caminhos, mesmo que um deles seja a desistência da ideia. É um momento em que os erros saem mais baratos (ainda estão no papel ou na tela do computador).
·        É uma linguagem de comunicação entre e o empreendedor e sua equipe, já que as informações existentes no documento (objetivos, projeções, análises e estratégias) vão unir todos os integrantes em um esforço direcionado.
·       É um documento para negociação e obtenção de recursos. No Brasil, o Plano de Negócio já é exigido em algumas circunstâncias. Em função dele são selecionadas empresas para serem admitidas em incubadoras e parques tecnológicos; os capitalistas  condicionam o risco de  sua participação a um Plano de Negócio extremamente profissional; alguns financiamentos bancários exigem Planos de
Negócios, e até mesmo programas governamentais (como o Programa Brasil Empreendedor, lançado em 1999, e o Programa Primeira Empresa Inovadora, de 2010) utilizam o Plano de Negócio como instrumento básico para o apoio às micros e pequenas empresas.




quinta-feira, 24 de maio de 2012

Roteiro de Estudos de Matemática - Avaliação II - Turmas ADG 180 e 182

Queridos alunos Saudações, estudem:

Unidade 01

Equações exponenciais, pgs 59 e 60 Final da Unidade 01 tópico 04, resolvam o exercício de nº 18 da página 64.

Unidade 02

Funções - Domínio e Imagem
Funções - Injetora e Bijetora
Funções - linear, constante, identidade e translação
Resolvam as auto atividades da unidade 02 tópicos  01, 02 e 03

Estudem forte a unidade 02 das funções até o tópico 03, o tópico 04 da unidade 02 estudem somente para a prova final.

Estarei fazendo uma revisão na unidade 02 na próxima aula, somente com funções.

Bons estudos.

Abraços do Prof°. Marco Antonio.

terça-feira, 22 de maio de 2012



Gestão do Conhecimento Empresarial.


Todo o conhecimento, por ser um produto social, emerge por meio da interação. o conhecimento não poder ser confundido com dado ou com informação. Dados são fatos  com determinada objetividade que nos são apresentados sem qualquer critério ou que pode também estar fora de um contexto conhecido. no momento em que esses dados passam a ser classificados, analisados, interpretados, sumariados e inseridos dentro de um determinado contexto, eles passam a ser embromação. A informação pode desenvolver-se e transformar-se em conhecimento. A partir deste momento algo muito mais pertinente surge dentro do que chamamos de competitividade, pois esse conhecimento passa a estabelecer ligações que são capazes de gerar valor para o mercado.

Desta forma, pode-se dizer que o conhecimento é um conjunto de informações repletas de experiências, insights e julgamentos de valor. Quase todo conhecimento reside no indivíduo, e, é por este motivo, que as organizações de sucesso oferecem, continuamente para seus colaboradores, oportunidades para que ampliem os seus estoques de capital intelectual através do processamento de dados e informações que serão a posteriori transformados em conhecimento.

A gestão do conhecimento empresarial preocupa-se com a identificação dos conhecimentos que possuem valor expressivo para a organização no intuito de catalogá-los e divulgá-los, de maneira contínua e eficaz, visando, o máximo possível, seu uso por toda a organização. Torna-se uma espécie de memória corporativa que surge através do resultado que a empresa consegue em adaptar e modificar o conhecimento e o seu uso em formas práticas e compatíveis com um ambiente extremamente complexo e em constante mutação.


Autor: Prof°. Marco Antonio Bottene.

Referências: 

CHORAFAS, D. Sistemas especialistas. São Paulo: Mcgraw-Hill, 1988.

WEITZEN, H. O poder da informação. São Paulo: Makron, 1991.




domingo, 20 de maio de 2012



Como podemos transformar a informação gerada num contexto educacional, em conhecimento significativo para o processo-ensino-aprendizagem de nossos alunos e alunas?
          Podemos dizer que a sociedade atual é uma grande geradora de informação e que todos nós de certa forma estamos reaprendendo a conhecer, a aprende a aprender, a comunicar-nos, a ensinar, a interagir o tecnológico com o humano, a integrar  o grupal, o individual e o social.
          Educar é um processo complexo onde se é necessário existir uma colaboração entre mestres e alunos, seja nas escolas ou nas empresas, para que informações, das mais diversas, sejam transformadas em processos permanentes de aprendizagem, através de seus projetos de vida, no desenvolvimento de habilidades que permitam uma real compreensão para que possam descobrir seus próprios espaços pessoais, sociais e profissionais e tornarem-se cidadãos felizes, realizados e produtivos através da transformação de todo esse processo em conhecimento.
          Passamos por uma rápida mudança nos sistemas de informação no século XX e consolidá-se de forma ainda mais rápida no nosso século. Ainda não aprendemos todas as possibilidades de explorar cada meio de informação, migramos do livro para a televisão e vídeo e destes para o computador e a internet sem saber ao certo o que fazer com tanta informação disponível em nossa sociedade.
          Dentro desta ótica, o docente tem uma grande opção de possibilidades metodológicas para organizar sua comunicação com os alunos, presenciais ou virtuais, podendo introduzir temas, sugerir trabalhos, seminários, fóruns, ou outras atividades que possam contribuir para as transformações dessas informações em conhecimentos.
          Podemos trabalhar em processos contínuos de informação, comunicação e pesquisa, em uma parte de nossas aulas, aonde através do construtivismo vamos formando o conhecimento, no sentido de equilibrar os alunos individualmente ou de maneira grupal, possibilitando uma inter-relação saudável entre o professor-coordenador e os alunos-participantes ativos.
          O professor promove o incentivo, a motivação, proporciona os passos iniciais para um campo que não conhecemos através de informações. O aluno fazendo uso dessa motivação vai a campo, pesquisa, interage as informações, busca o saber. O professor continua gerenciando esse processo de aprendizagem,  coordena todo o andamento, num ritmo adequado, procura ser o gestor das diferenças e das convergências.
          Uma proposta viável para proporcionar essa transformação da informação em conhecimento é a da escolha dos temas fundamentais a serem pesquisados e de como trabalhá-los, através dos meios de informação disponíveis.  Sugerimos trabalhar os temas fundamentais coletivamente em pequenos grupos e os temas periféricos de maneira individual.  Caso tenha sido definida a internet como meio principal de busca das informações, a pesquisa em grupo pode se iniciar de forma holística, dando somente o tema sem referências a sites específicos, proporcionando aos alunos uma procura de acordo com a sua experiência e seu conhecimento prévio. Isso permite aumentar muito as opções de busca, com variados resultados, a descoberta de novos horizontes ainda desconhecidos tanto por eles como pelo professor. Depois de um determinado tempo o professor deve organizar os resultados, ainda em forma de informações, e indicando os caminhos mais promissores e descartando, com a participação dos alunos, as informações inúteis ou viciosas.
          O mestre é o elo de união do grupo. Textos e materiais que parecem ser mais promissores são salvos e enviados no endereço eletrônico dos alunos, ou impressos, caso seja necessário. O próximo passo é fazer uma síntese dos matérias coletados, das questões levantadas e das ideias percebidas. O professor pede que todos leiam esses materiais que parecem os mais importantes para o próximo encontro, sugerindo que todos façam uma leitura mais aprofundada para uma discussão mais rica e profunda, onde todos possam estar com conhecimento de causa. O mestre, nesta etapa, utilizou do planejamento que foi utilizado na realização do material preparado e o enriquece com as novas contribuições da pesquisa cooperativa realizada pelos alunos.
          Podemos perceber que neste processo o aluno não é um tarefeiro que excuta atividades, mas é o de um pesquisador, que gera riqueza e qualidade nas informações coletadas. O mestre, sempre atento a essas descobertas e dúvidas, promove um intercâmbio das informações, problematizando-as, incentivando-as e relacionado-as.
          A internet é um universo que promove a construção cooperativa, um trabalho concomitante entre os professores e alunos, que podem estar próximos física ou virtualmente. Podemos estar juntos, mesmo longe fisicamente, e participar de uma pesquisa em tempo real, de um projeto com várias equipes, de uma determinada investigação sobre uma problemática de nosso mundo atual.
          O professor interfere com a ajuda e contextualização, ampliando o universo alcançado pelos alunos, problematizando a descobrir novos significados no conjunto das informações coletadas. Esse caminho de constante “feedback”, onde todos estão envolvidos e participativos, tanto na sala de aula ou numa lista eletrônica, é fascinante, repleto de criatividade, transbordando de novidades e avanços. È neste momento que o conhecimento tem seu nascimento a partir da própria experiência e que torna muito mais forte e definitivo em nós.



BOTTENE, Marco, A. V. Metodologia do ensino superior. Joinville: Facel/Aupex, 2011.










quinta-feira, 17 de maio de 2012

Entenda o Conceito de Concorrência Monopolística

Muitos acadêmicos ainda confundem a Concorrência Monopolística com o Monopólio.


Conceito de Concorrência Monopolística


A Concorrência Monopolística é uma forma de concorrência imperfeita e corresponde a uma situação em que existem numerosas empresas no mercado mas que oferecem produtos ou serviços não totalmente homogêneos e, por isso, não totalmente substituíveis. Numa situação deste tipo, cada uma das empresas possui algum poder de mercado para influenciar o preço dos seus próprios produtos ou serviços. De fato, no seu produto particular, diferenciado dos produtos dos restantes concorrentes, cada empresa funciona como um pequeno monopólio - a maior ou menor proximidade de uma situação de monopólio depende do grau de diferenciação (e portanto do grau de substituição) existente entre os diferentes produtos oferecidos: se esse grau de substituição é reduzido, a concorrência será maior e está-se mais próximo da concorrência perfeita; se o grau de substituição é elevado, a concorrência será mais reduzida e está-se mais próximo de uma situação de monopólio.


Boa leitura. Abraços do Prof°. Marco Antonio.